Avançar para o conteúdo principal

Fisioterapia e Osteopatia em Disfunção TemporoMandibular e dor Oro-Facial - ADULTOS E CRIANÇAS


SENTE DOR NA FACE, OUVE UM ZUMBIDO, TEM DORES NA MANDÍBULA, SENTE O OUVIDO TAPADO? O SEU MAXILAR BLOQUEIA OU DOI AO MASTIGAR OU FAZ RUÍDO AO ABRIR E FECHAR A BOCA?
Se tem este tipo de sintomas e os exames do seu médico otorrinolaringologista não detetam alteração da estrutura do ouvido  procure um fisioterapeuta especializado pois muito provavelmente tem uma alteração na mecânica da sua articulação da mandíbula: Articulação Temporo-Mandibular (ATM). Frequentemente esta alteração vem acompanhada por uma má oclusão dentária, tendo que se trabalhar em equipa com um dentista especializado em oclusão ao longo do tratamento.



A ATM constitui a ligação móvel entre o osso temporal e a mandíbula. É uma articulação que se associa anatomicamente com a cabeça e com a coluna, unindo a cadeia muscular anterior com a posterior. Deste modo, o posicionamento da coluna cervical influencia diretamente na face, agindo na relação entre o maxilar e a mandíbula. O sistema mastigador e o posicionamento corporal estão intimamente relacionados, sendo este capaz de influenciar a oclusão e a musculatura mandibular, influenciando a normal mecânica da ATM. Além disso, a alteração crânio-cervical e crânio-mandibular pode afectar nervos dessa região causando neuralgias, tais como neuralgia do trigémeo, enxaquecas ou cefaleias constantes. 



Alterações desta articulação podem levar a diversas queixas, tais como

  • Dificuldade ou dor ao abrir a boca
  • Dores a trincar alguns alimentos
  • Zumbidos
  • Dores de cabeça (muitas vezes como enxaquecas), dores de ouvido e dor ou pressão atrás dos olhos
  • Dor na face, maxilar, mandíbula ou área das orelhas
  • Ruido na mandíbula ou deslocamento ao abrir ou fechar a boca
  • A mandíbula “presa”, travada ou deslocada
  • Sensibilidade nos músculos da mandíbula

Uma alteração desta articulação tende a levar à degeneração progressiva das superfícies articulares, tal como ao aumento da sintomatologia ao longo do tempo.

Visite-nos na Bonfante Dental Clinic
www.bonfante.pt


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Neuralgia Intercostal

O que é a neuralgia intercostal? O espaço entre as costelas contém músculos e nervos intercostais. A neuralgia intercostal é uma dor ao longo dos nervos intercostais, que se localizam entre as costelas.  Estes nervos intercostais podem ser danificados ou inflamados devido a causas mais leves ou mais graves: um traumatismo, uma infeção, herpes zoster (Zona), consequência de cirurgia torácica que pode danificar um nervo intercostal, ou algum esforço muscular ou gesto brusco, em flexão e rotação do tronco por ex., que provoca uma disfunção dorsal que irá manter um "pinçamento" de um nervo intercostal (neste caso a Osteopatia e Fisioterapia é muito eficaz como tratamento desta alteração mecânica). Quais são os sintomas da neuralgia intercostal? O principal sintoma da neuralgia intercostal é dor na região da costela, muitas vezes descrita como dor tipo faca, espasmo ou dor intensa. A dor pode ser no tórax ...

Electrólise PercutâneaTerapêutica, EPTE

O que é a EPTE®? A Eletrólise Percutânea Terapêutica EPTE® é a técnica revolucionária para o tratamento de tendinopatias. Utiliza micro correntes para que a aplicação seja praticamente INDOLOR para o paciente. EPTE® é uma técnica EFETIVA, RÁPIDA na sua aplicação, e que reduz o tempo de recuperação do paciente e, por tanto, os custos sanitários. EPTE® é o primeiro equipamento de eletrólise percutânea terapêutica com certificado CE sanitário que assegura os seus benefícios para a saúde. A Eletrólise Percutânea Terapêutica EPTE® consiste na aplicação de micro-correntes através de uma agulha de acupunctura. Desta maneira, o fisioterapeuta acede ao tecido mole danificado e induz assim a sua autorrecuperação. A eletrólise percutânea terapêutica provoca uma reacção física no tendão. Graças ao seu regulador de intensidade (μA/cm2) gera-se uma inflamação controlada, necessária para a recuperação. As correntes de baixa intensidade apenas produzem uma leve comichão no paciente. Em 48...

COMO SABER SE O MEU BEBÉ TEM PLAGIOCEFALIA?

1 Pousar a mão na nuca do bebé – verificar se tem um “achatamento" de um dos lados 2 Pousar a sua mão na testa do bebé – comparar o lado esquerdo como lado direito da testa. Na plagiocefalia o bebé pode apresentar um lado mais alto 3 Observar a cabeça do bebé deitado de barriga para cima - Nesta posição verificar se tem uma orelha mais para a frente ou a bochecha, verificar de novo se existe um achatamento posterior e uma saliência da testa do mesmo lado: Nota: a plagiocefalia divide-se em Leve, Moderada e Grave.  será mais notório consoante a sua gravidade. por exemplo: uma plagiocefalia leve pode apresentar o achatamento da região posterior da cabeça mas não apresentar a saliência da testa.